Paloma Ayala
Jornalista / Social Media / Copywriter / Tradutora
Trabalhos
Um pouco do que aprendi e por onde andei




Criação de conteúdo para blog
Criei posts, durante alguns meses, para um e-commerce de roupas infantis femininas, a Pink Ninas, que queria implantar um blog em sua e-store. Meus últimos posts foram no fim de agosto, mas ainda estão dentre os mais acessados.
O intuito dos posts foi atrair o público-alvo da loja, com conteúdos interessantes sobre moda infantil feminina, gastronomia, beleza e comportamento; além de interagir com clientes e manter uma boa relação de pós-venda.
Durante o tempo que trabalhei para esta empresa, o rankeamento da loja aumentou 25,5%, de acordo com a SEMRUSH, em dois meses.

Criação de site e das redes sociais de um comércio varejista



Criação de site e das redes sociais de um comércio varejista
Marketing de comércio local
No ano de 2017 iniciei um projeto do qual me orgulho muito: levar uma floricultura para a web. O proprietário estava há 29 anos no mercado, somente com a loja física, localizada no centro da cidade de São Paulo. Há alguns anos, ele contratou uma empresa para fazer o site, mas, sem conhecimento e sem respaldo dessa empresa, o site virou um "folheto" digital, onde tinha as informações de contato e o os trabalhos realizados pela floricultura. O domínio foi mantido e acrescentado mais dois, que direcionam para o primeiro domínio e o site foi transformado em loja virtual, onde o proprietário selecionou os produtos mais vendidos no balcão. Foi criado um perfil no WhatsApp, com o número direcionado exclusivamente para a floricultura, além de perfis no Instagram, Facebook e Pinterest. Atualmente, como o dono não tem tempo de administrar a parte virtual do empreendimento, foi feito um acordo onde eu somente lido com os pedidos do site e atualizo esporadicamente os perfis nas redes sociais.

Revistas mensais e bimestrais traduzidas e adaptadas ao público brasileiro

Coleções traduzidas e adaptadas ao público brasileiro


Revistas mensais e bimestrais traduzidas e adaptadas ao público brasileiro
On Line Editora
Tive duas fases nessa empresa que me acolheu e me ensinou tanto. A primeira, de 2007 a 2012, fui subeditora e redatora e adquiri toda a experiência em revistas que tenho. Criei textos, fiz matérias, fechei revistas, inventei passatempos... tudo isso, muitas vezes, em um dia só! O bom de ter trabalhado nesse departamento, é que eu embarcava no mundo infantil feminino, ia para o mundo adulto e voltava para o infantil de pré-alfabetização. Com isso, não caía na rotina nunca! Nos cinco anos que trabalhei aqui, aprendi a ser dinâmica, a trabalhar com várias pessoas. Tive a compreensão de que cada um é diferente, pensa diferente e tem problemas diferentes. Por isso, respeitar e ouvir a ideia de todos é fundamental.
Na segunda fase, voltei em 2014 e fiquei até 2017. Retornei para cuidar de revistas de decoração, mas a crise e uma redação enxuta, me levaram a outros departamentos, como turismo, entretenimento, culinária, feminino etc. A mudança foi muito boa, pois aumentou os desafios e não me deixou na "mesmice".

Revista bimestral especializada em rodeios

Revista bimestral especializada em rodeios
Rodeo Country
Apesar de amar animais, acabei parando por aqui. Vi que algumas modalidades do esporte não machucam os animais, e outras sim. Conheci muitos profissionais e o mundo sertanejo, em várias cidades, que me mostrou que o Brasil nunca poderá ser representado só pelo eixo Rio-SP. Aliás, viajar pelo meu País foi mais surpreendente do que viajar pela Europa. Por aqui, fotografei os camarotes, as festas em geral e escrevi algumas matérias.




Assessoria de imprensa
Apesar de ter passado só um mês na agência de comunicação, aprendi a fazer releases e follow-ups. É preciso ter muita paciência para falar com tantos jornalistas. A rotina é igual a de qualquer jornalista: ir a eventos, escrever, respeitar prazos, fazer relatórios...




Fotógrafa
Conheci vários países nos sete meses que trabalhei em navio de cruzeiro. também aprendi a me virar em várias línguas, já que a rota e os navios eram europeus. No segundo navio (onde fiquei mais tempo), a língua oficial era a alemã e eu tinha de conversar com os passageiros nessa língua! Já tinha feito o curso básico de alemão e retomei os estudos recentemente. Aprendi a me adaptar e a pensar em outros idiomas. Também considero um marco na minha vida, pois conheci algumas cidades de Portugal, França, Espanha, Itália, Malta, Tunísia e Marrocos.